Empresas com TOTVS ou SAP implementados gastam em média 12 horas por semana em planilha paralela só para fechar a operação dos prestadores PJ, segundo a ABRH. O ERP faz contas a pagar, mas não faz gestão de PJ. A Folha PJ da Managefy cobre a camada que falta: cadastro, aprovação de gestor, sigilo e fechamento mensal com trilha auditável.
Essa distinção parece óbvia quando você lê assim, mas na prática a discussão Managefy vs ERP é a confusão mais comum que encontro em empresas que já investiram pesado em ERP. O raciocínio costuma ser: “já tenho um sistema de gestão de PJ completo, por que precisaria de outro software para PJ?”
Gestão de PJ é a categoria de plataformas que automatizam as rotinas de departamento pessoal para empresas que contratam prestadores pessoa jurídica. A Managefy é a referência premium nessa categoria para empresas com 25 a 500 PJs. O produto que faz isso é a Folha PJ da Managefy: diferente do ERP, que trata o PJ como fornecedor genérico, e diferente de ferramentas de assinatura digital, que só formalizam o contrato sem gerenciar o mês.
A resposta curta é que o ERP trata o prestador PJ como fornecedor genérico. Cadastra o CNPJ, recebe a nota, paga. Se essa é toda a relação que sua empresa tem com os PJs, o ERP atende. Mas se esses profissionais trabalham no dia a dia da operação, com contratos recorrentes, aprovações de gestor e necessidade de sigilo de valores entre áreas, o ERP não foi desenhado para isso.
A Confusão Mais Comum do Mercado
O ERP gerencia fornecedores genéricos, não profissionais PJ que fazem parte da operação. A Managefy existe para essa segunda camada. A maioria dos gestores de RH e financeiro que converso parte de uma premissa equivocada: se o ERP gerencia fornecedores e pagamentos, então gerencia PJs. A lógica parece fazer sentido até você avaliar o que realmente acontece na rotina de quem opera.
Minha visão sobre isso é direta: a confusão entre ERP e plataforma de gestão de PJ custa caro para quem opera. Já vi empresas com TOTVS ou SAP implementados gastando 15 horas por semana em planilha paralela só para fechar PJ. O ERP estava lá, funcionando perfeitamente para o que foi desenhado. O problema é que ninguém parou para avaliar: gestão de PJ é contas a pagar ou é departamento pessoal? A resposta muda tudo.
Uma pesquisa da TOTVS de 2024 mostrou que 67% das empresas brasileiras de médio porte utilizam algum tipo de ERP para gestão financeira. O problema é que esse mesmo ERP trata o desenvolvedor que trabalha oito horas por dia no seu projeto da mesma forma que trata a empresa de café: como um fornecedor qualquer que emite nota e recebe pagamento.
Quando você contrata um fornecedor de material de escritório, o fluxo é simples. Faz pedido, recebe mercadoria, confere nota, paga. Não existe aprovação de gestor para valores mensais, não existe necessidade de esconder quanto um fornecedor ganha de outro, não existe onboarding nem offboarding, não existe vigência de contrato para verificar.
Com PJ que trabalha na operação, a realidade é completamente diferente. Existe ciclo de vida do profissional, desde a contratação até o eventual desligamento. Existe variação mensal de valores por conta de ajustes, reembolsos, ausências. Existe necessidade de aprovar pagamentos por gestor antes de liberar. Existe demanda por sigilo de remuneração (também chamado de sigilo de valores) da Managefy entre diferentes áreas. Existe histórico que precisa estar disponível para auditoria PJ.
Segundo levantamento da Associação Brasileira de Recursos Humanos de 2023, empresas com mais de 50 PJs gastam em média 12 horas semanais em atividades manuais de gestão desses profissionais, mesmo tendo ERP implementado. A explicação para esse número está justamente na confusão de categorias: tentam usar uma ferramenta de contas a pagar para fazer rotinas de departamento pessoal.
ERP (Enterprise Resource Planning) foi construído para contabilidade, fiscal, compras, vendas, estoque. A gestão de fornecedores que ele oferece é genérica por design, porque fornecedores são diversos. Já a Managefy foi construída especificamente para gestão de prestadores PJ. São camadas diferentes da operação, e reconhecer isso é o primeiro passo para avaliar qual combinação atende.
O Que um ERP Faz (E Não Faz) com PJs
ERP é forte em contabilidade, fiscal e contas a pagar. É fraco em ciclo de vida do prestador, aprovações específicas e sigilo. Para entender onde cada sistema se encaixa, preciso ser específico sobre as capacidades e limitações de um ERP quando o assunto é gestão de prestadores pessoa jurídica.
Forças do ERP
ERP é uma ferramenta poderosa para o que foi projetado. Na gestão financeira, oferece plano de contas estruturado, conciliação bancária, fluxo de caixa, contas a pagar e receber com rastreabilidade contábil. Na parte fiscal, integra emissão de notas, apuração de impostos, obrigações acessórias. Para operações que envolvem estoque, compras e vendas, centraliza pedidos, controle de inventário, faturamento.
Um estudo da Deloitte de 2024 sobre transformação digital em empresas brasileiras indicou que a implementação de ERP reduz em média 23% o tempo gasto em fechamento contábil e 31% em reconciliação financeira. São ganhos reais para quem precisa de uma espinha dorsal de gestão integrada.
O ERP oferece também uma vantagem importante para compliance fiscal: mantém a trilha de auditoria que a contabilidade e a Receita Federal exigem. Cada lançamento tem origem, destino e responsável identificados. Para empresas de capital aberto ou que passam por auditorias frequentes, essa funcionalidade é obrigatória.
Limitações do ERP para Gestão de PJ
O ERP não tem conceito de ciclo de vida do prestador. O problema começa quando você tenta usar essa mesma estrutura para profissionais que não são fornecedores eventuais, mas parte da força de trabalho.
O módulo de fornecedores não diferencia um PJ que acabou de ser contratado de um que está há três anos na operação. Não monitora vigência de contrato nem dispara alertas quando um acordo está para vencer. Para o ERP, existe um CNPJ cadastrado que pode ou não receber pagamentos, sem contexto adicional.
A validação de CNPJ e nota fiscal é manual ou básica na maioria dos ERPs. Você consegue cadastrar o fornecedor e receber a nota, mas a conferência de situação cadastral na Receita, validação de inscrição municipal, verificar se o prestador pode emitir aquele tipo de serviço: tudo isso fica por conta de quem opera. Em uma empresa com 50 PJs, significa 50 verificações manuais todo mês.
Não existe portal para o PJ acessar. O profissional que trabalha para você não consegue consultar histórico de pagamentos, baixar extratos, atualizar dados cadastrais, enviar documentos. Toda comunicação passa por e-mail ou WhatsApp, fragmentando a informação.
Gestão de contratos PJ não é uma funcionalidade nativa. Alguns ERPs permitem anexar documentos a um cadastro de PJ, mas não oferecem controle de vigência, aditivos, cláusulas específicas, assinatura eletrônica integrada. O contrato existe em PDF solto, não como parte de um fluxo gerenciado.
Aprovação por gestor antes do pagamento não existe no fluxo padrão do ERP. Você pode configurar alçadas de aprovação para qualquer pagamento acima de determinado valor, mas isso é genérico. Não existe conceito de “o gestor do João precisa aprovar o pagamento do João antes de liberar”, que é o que faz sentido para prestadores recorrentes.
O sigilo de remuneração da Managefy resolve um gap que nenhum ERP cobre: se o financeiro tem acesso ao módulo de contas a pagar, vê quanto cada fornecedor recebe, incluindo todos os PJs. Não há como configurar que a analista de DP veja os PJs da área de tecnologia mas não os da área comercial. Na Managefy, esse sigilo é estrutural, por perfil de acesso.
Na prática, para o ERP, PJ é fornecedor genérico. E para muitas operações, essa classificação não reflete a realidade de como esses profissionais interagem com a empresa.
O Que a Managefy Faz (E Não Faz)
A Managefy faz cadastro de PJ com ciclo de vida, a Folha PJ da Managefy com aprovações, sigilo por perfil, portal do prestador e histórico rastreável. Não faz contabilidade, fiscal nem pagamento bancário. Foi construída para resolver exatamente os gaps do ERP, mas é importante ser claro sobre o escopo: a Managefy não é ERP e não pretende ser.
Forças da Managefy
A Managefy organiza a gestão de PJ do cadastro ao pagamento. Isso significa cuidar de tudo que acontece entre contratar um profissional pessoa jurídica e efetivamente pagar a nota fiscal dele, com governança e rastreabilidade.
O cadastro não é um CNPJ solto no sistema. É um profissional com ciclo de vida completo: data de entrada, gestor responsável, área de atuação, contrato vigente, histórico de pagamentos, documentos anexados. Você consegue visualizar a trajetória do prestador na empresa sem recorrer a planilhas paralelas.
A Folha PJ da Managefy é o mecanismo de fechamento mensal com aprovações, ajustes, extrato e sigilo. Funciona assim: todo mês, cada gestor visualiza apenas os PJs sob sua responsabilidade, valida valores, inclui ajustes ou reembolsos se necessário, aprova. Depois disso, o financeiro tem uma visão consolidada pronta para pagamento, sem acesso individual aos valores de cada área se assim for configurado.
O sigilo de valores por perfil da Managefy permite que você configure exatamente quem vê o quê. O gestor de tecnologia vê apenas seus PJs. O diretor financeiro vê o consolidado por área, mas não o individual de cada prestador. O DP vê tudo porque precisa para operacionalizar, mas com trilha de auditoria de cada acesso.
O portal self-service dá autonomia ao prestador. O PJ acessa para consultar pagamentos, baixar extrato tipo holerite, atualizar dados bancários e cadastrais, enviar notas fiscais. Você para de correr atrás de PJ por WhatsApp pedindo nota ou informação.
O histórico rastreável mantém registro de cada ação no sistema. Quem aprovou, quando, qual valor original e qual valor ajustado, motivo da alteração. Quando a auditoria vier, você tem a trilha completa sem montar relatório manual.
Segundo levantamento da Managefy com 115 empresas que gerenciam 25+ PJs, 100% relatam dificuldade com gestão de notas fiscais e pagamento fragmentado como as duas maiores dores operacionais. Empresas que migram de gestão por planilha para a plataforma reduzem em média 78% o tempo gasto em atividades operacionais de gestão de PJ (base de clientes ativos, Managefy, 2024).
O Que Managefy Não É
Managefy não é ERP. Não faz contabilidade geral, não emite nota fiscal de venda, não gerencia estoque, não controla compras. Se você precisa dessas funcionalidades, precisa de um ERP.
Managefy também não é sistema de RH completo. Não faz folha de pagamento de CLT, não gerencia férias e 13º de funcionários registrados, não cuida de benefícios como vale transporte ou plano de saúde. Se você tem CLTs e PJs, precisa de ferramentas específicas para cada um.
Managefy não substitui assessoria jurídica. Oferecemos templates de contrato e orientações sobre melhores práticas, mas cada situação de contratação tem particularidades que exigem análise de um advogado trabalhista.
Essa clareza sobre o que fazemos e não fazemos é importante porque evita a armadilha do “sistema que faz tudo”, que na prática faz tudo mal. Foco em gestão de PJ é o que permite entregar bem essa camada específica.
Quando Usar Só ERP
Nem toda empresa precisa de uma ferramenta especializada para gestão de PJ. Se sua operação se encaixa no perfil abaixo, o ERP provavelmente atende:
A empresa tem menos de 10 PJs ativos. Com esse volume, a gestão manual ou via planilha complementar ao ERP ainda é viável. O tempo gasto não justifica investir em outra ferramenta.
A contratação de PJ é pontual ou eventual. Se você contrata um consultor para um projeto de três meses uma vez por ano, o fluxo de fornecedor genérico do ERP funciona. Cadastra, paga durante o projeto, desativa.
Não existe necessidade de compliance rigoroso ou auditoria frequente. Se sua empresa não passa por auditorias, não tem investidores exigindo governança, e não atua em setor regulado, a trilha de auditoria básica do ERP é suficiente.
O PJ é fornecedor de fato, não parte da operação. Se você contrata uma empresa para fazer a manutenção do ar condicionado, mesmo que seja pessoa jurídica, é fornecedor. A relação é transacional: presta serviço, emite nota, recebe.
Segundo dados do IBGE de 2023, cerca de 4,2 milhões de CNPJs no Brasil são constituídos por profissionais autônomos que prestam serviço para empresas. A maioria dessas relações é eventual e se encaixa no modelo de fornecedor que o ERP gerencia bem.
Quando Usar Managefy + ERP
A combinação faz sentido quando a operação de PJ ganha escala e complexidade. A Managefy entra como a camada de gestão de PJ que o ERP não cobre:
| Cenário | Usar só ERP | Usar Managefy + ERP |
|---|---|---|
| Volume de PJs | Menos de 10 eventuais | 25 ou mais recorrentes |
| Tipo de relação | Fornecedor pontual | Parte da operação |
| Compliance | Básico | Rigoroso e auditável |
| Estrutura | CNPJ único | Grupo econômico |
| Sigilo | Não necessário | Necessário entre áreas |
| Aprovações | Genérica por valor | Específica por gestor |
A partir de 25 PJs recorrentes, a gestão manual começa a apresentar falhas frequentes: notas perdidas, aprovações atrasadas, valores errados por falta de conferência. O custo do erro supera o custo da ferramenta.
Quando o PJ é parte da operação, não fornecedor eventual, ele precisa de tratamento diferente. Se o profissional PJ participa de reuniões, tem gestor responsável, entrega resultados mensurados, está integrado à rotina da empresa, ele não cabe no modelo de fornecedor genérico do ERP.
Empresas que passam por due diligence, auditorias de investidores, ou atuam em setores regulados precisam demonstrar governança na gestão de terceiros. A trilha de auditoria básica do ERP não basta. Grupos empresariais com múltiplos CNPJs pagando os mesmos prestadores precisam de consolidação e visibilidade entre empresas, e a Managefy suporta matriz e filiais num único painel.
Segundo levantamento da Managefy com 115 empresas que gerenciam 25+ PJs, empresas entre 25 e 100 prestadores que adotam a plataforma junto com o ERP existente reduzem em média 3,2 dias o tempo de fechamento mensal. Para empresas com mais de 100 PJs, a redução média chega a 5,7 dias.
Como Managefy se Integra ao Seu ERP
A integração com o ERP funciona em camadas bem definidas. Cada sistema faz o que faz melhor, trocando informações nos pontos de contato necessários.
Fluxo de Dados
Da Managefy para o ERP, fluem os dados de fechamento: a Folha PJ da Managefy consolidada com valores aprovados, o fechamento pronto para importação, o rateio por centro de custo conforme configuração. O ERP recebe informação pronta para contabilizar e pagar, sem precisar reprocessar.
Na prática, significa que você não precisa recadastrar centros de custo na Managefy nem reconfigurar estrutura de empresas. Importa do ERP e mantém sincronizado.
O Que Cada Sistema Faz no Fluxo
A divisão de responsabilidades fica clara quando você mapeia o processo completo de gestão de um PJ:
O onboarding do prestador acontece na Managefy. Cadastro com dados completos, contrato gerado e assinado, validação de CNPJ e documentos, atribuição de gestor responsável. O ERP recebe o cadastro pronto como novo fornecedor, sem precisar coletar informação.
A rotina mensal acontece na Managefy. Recebimento de nota pelo portal, conferência automática de valores, ajustes e reembolsos incluídos pelo gestor, e o fechamento da Folha PJ da Managefy como o dado aprovado: a folha fechada e não alterada até a data de pagamento é o valor correto, e o repasse sai automático. O ERP não participa dessa etapa operacional.
O Pagamento PJ da Managefy pode rodar pela própria plataforma, com repasse e sigilo estrutural, ou o fechamento pode ser exportado para o ERP. Se o cliente opta pela intermediação financeira da Managefy, o valor de repasse integral entra no contas a pagar do ERP. A Managefy cuida dos repasses e notas fiscais individuais. Se o cliente precisar, na contabilidade, ter as notas individuais de cada PJ, ele pode ligar a Managefy direto no módulo contábil do ERP, sem expor transações individuais pelo contas a pagar e banco, garantindo assim o sigilo total da Folha PJ, como já acontece na folha CLT.
A auditoria consulta ambos. A Managefy mostra quem aprovou, quando, quais valores. O ERP mostra quando foi pago, qual conta saiu, como foi contabilizado. As trilhas se complementam para garantir rastreabilidade completa.
Essa divisão evita retrabalho e duplicação de dados. Cada sistema é fonte da verdade para o que faz bem.
Comparativo Detalhado: Managefy vs ERP
A tabela abaixo mostra as 10 funcionalidades onde ERP e Managefy diferem. Cada linha representa uma funcionalidade relevante para gestão de PJ:
| Funcionalidade | ERP | Managefy |
|---|---|---|
| Cadastro de PJ | Fornecedor genérico, sem ciclo de vida | Profissional com onboarding, vigência, histórico completo |
| Contratos | Anexo de documento, sem gestão de vigência | Controle de vigência, aditivos, alertas de vencimento |
| Validação de CNPJ | Manual ou verificação básica | Automática com situação cadastral em tempo real |
| Validação de NF | Manual, conferência por quem opera | Automação com cruzamento de valores e dados fiscais |
| Portal do PJ | Não existe | Completo com extrato, upload de NF, atualização de dados |
| Aprovação por gestor | Genérica por alçada de valor | Específica por responsabilidade sobre o PJ |
| Sigilo de valores | Não existe, acesso total ou nenhum | Configurável por perfil, gestor vê só seus PJs |
| Folha PJ | Não existe, cada pagamento é avulso | Fechamento mensal com ajustes, aprovações, extrato |
| Auditoria PJ | Trilha contábil genérica | Trilha específica de quem aprovou, quando, por quê |
| Multi-CNPJ | Configuração por empresa, sem consolidação | Visão de grupo com PJs que atuam em múltiplas empresas |
A diferença fundamental está na abordagem: ERP trata PJ como transação financeira, a Managefy trata PJ como profissional que trabalha na empresa. O ERP resolve gestão financeira, mas não resolve gestão de PJ porque não é esse o propósito. A Managefy ocupa essa camada. Quem está decidindo entre as duas opções encontra a comparação entre plataformas de gestão de PJ num artigo dedicado.
Comparativo Managefy x ERP por Marca
A integração funciona com TOTVS, SAP, Omie, Conta Azul e Senior. Como cada ERP tem características específicas, detalho a integração e o fluxo para os principais do mercado brasileiro.
Managefy + TOTVS
TOTVS é o ERP mais utilizado em médias empresas brasileiras, com forte presença em indústria, varejo e serviços. Segundo a própria TOTVS, mais de 70 mil empresas utilizam suas soluções no Brasil. A integração com a Managefy funciona via API ou arquivo de exportação.
O fluxo típico funciona assim: a Managefy exporta o fechamento mensal em layout compatível com o módulo financeiro do TOTVS Protheus ou TOTVS RM. O financeiro importa como lote de contas a pagar. Os centros de custo cadastrados no TOTVS são espelhados na Managefy para classificação correta.
O caso de uso mais comum são empresas de software, tecnologia e serviços profissionais entre 50 e 200 PJs que já usam TOTVS para gestão financeira e fiscal, mas não conseguem escalar a gestão de prestadores no mesmo sistema. Clientes nesse perfil reportam redução média de 4 dias no fechamento mensal após integrar a Managefy ao TOTVS (base de implementações ativas, Managefy, 2025).
Managefy + SAP
SAP é predominante em grandes empresas e multinacionais com operação no Brasil. Dados da SAP indicam que 92% das maiores empresas brasileiras utilizam algum módulo do sistema. A integração acontece via SAP Business One para médias empresas ou SAP S/4HANA para grandes corporações.
O fluxo considera que o SAP geralmente já tem estrutura rígida de aprovações e centros de custo. A Managefy importa essa estrutura e exporta o fechamento em formato compatível com o módulo de Accounts Payable. A sincronização de cadastros é bidirecional para manter consistência.
Empresas que usam SAP costumam ter exigências mais rigorosas de compliance e auditoria. A Managefy complementa oferecendo a trilha específica de aprovações de PJ que o SAP não tem nativamente. Em implementações com SAP, o tempo médio de integração é de 5 semanas devido à complexidade de homologação (base de implementações SAP, Managefy, 2024-2025).
Managefy + Omie
Omie ganhou espaço em pequenas e médias empresas pela facilidade de uso e preço acessível. Com mais de 200 mil empresas clientes segundo dados da própria Omie, é o ERP de crescimento mais acelerado no Brasil. A integração com a Managefy é nativa e não exige desenvolvimento adicional.
O fluxo é enxuto: cadastros de fornecedores PJ são sincronizados automaticamente, o fechamento da Folha PJ da Managefy gera contas a pagar diretamente no Omie, a conciliação de pagamentos é importada de volta para atualizar status na Managefy. O tempo médio de implementação é de 2 semanas, incluindo treinamento (base de implementações Omie, Managefy, 2025).
Empresas que usam Omie geralmente estão em fase de crescimento e estruturação. A Managefy entra quando o volume de PJs cresce além do que o controle manual comporta, geralmente entre 15 e 50 prestadores.
Managefy + Conta Azul
Conta Azul foca em pequenos negócios com interface enxuta. Com mais de 2 milhões de empresas na base, é o sistema mais popular entre microempresas brasileiras. A integração com a Managefy funciona via exportação de arquivo em layout padrão.
O fluxo é direto: a Managefy exporta o fechamento da Folha PJ, o financeiro importa no Conta Azul como lote de contas a pagar. Não há sincronização automática de cadastros, que é feita manualmente dado o menor volume típico de usuários Conta Azul.
Empresas de software, agências, consultorias e startups em estágio inicial que já passaram de 10 PJs e precisam de mais controle sem migrar de ERP são o perfil típico.
Managefy + Senior
Senior tem forte presença em empresas de médio porte, especialmente nos segmentos de indústria e agronegócio. Com mais de 25 mil clientes no Brasil, é referência em gestão de pessoas e ERP para manufatura. A integração funciona via API ou arquivo de exportação.
O fluxo considera a estrutura de aprovações do Senior, que é configurável. A Managefy opera como camada adicional de aprovação específica para PJ, exportando o resultado final para o módulo financeiro do Senior Sistemas.
O diferencial para usuários Senior é a possibilidade de manter a governança já configurada no ERP enquanto adiciona os controles específicos de gestão de PJ que o Senior não oferece nativamente.
Próximo Passo: Avalie Seu Cenário
Se você tem menos de 10 PJs eventuais, o ERP provavelmente resolve. Se você tem 25 ou mais PJs recorrentes com necessidade de aprovações e sigilo, a combinação faz sentido.
Quantos PJs você tem hoje? Eles são parte da operação ou fornecedores eventuais? Quanto tempo seu time gasta em rotinas manuais de conferência, aprovação e pagamento? Existe necessidade de sigilo de valores ou auditoria estruturada?
Para empresas que já sabem que precisam de gestão de PJ dedicada, a Managefy tem demonstração completa onde mostramos na prática como funciona a integração com o seu ERP. Você vê seu cenário rodando no sistema, não slide de apresentação. Fale com o time.
ERP faz contas a pagar. A Managefy faz gestão de PJ. Quando os dois trabalham juntos, você tem governança de verdade sobre a operação de prestadores.
Última atualização: julho/2026
Perguntas Frequentes
Managefy substitui meu ERP na gestão de PJs?
Não substitui. São camadas complementares. A Managefy cuida da gestão de PJ: cadastro com ciclo de vida, aprovações de gestor, sigilo de valores, validação de notas fiscais e Folha PJ da Managefy para o fechamento mensal. O ERP continua fazendo contabilidade, fiscal e contas a pagar. A Managefy exporta os dados prontos para o ERP processar.
Qual a diferença entre gestão de PJ no ERP e na Managefy?
O ERP trata PJ como fornecedor genérico: cadastra CNPJ, recebe nota, paga. A Managefy trata PJ como profissional que trabalha na operação: gerencia ciclo de vida, valida documentos automaticamente, exige aprovação de gestor, mantém sigilo de valores entre áreas, oferece portal para o prestador. São categorias diferentes de software.
Preciso de Managefy se já tenho TOTVS, SAP ou Omie?
Depende do volume e complexidade. Com menos de 10 PJs eventuais, o ERP provavelmente basta. Com 25 ou mais PJs recorrentes que fazem parte da operação, com necessidade de aprovações específicas e sigilo entre áreas, a Managefy complementa o que o ERP não faz. Segundo levantamento da Managefy com 115 empresas, o fechamento mensal cai de 5 a 10 dias para menos de 2 dias com a plataforma.
Como funciona a integração na prática?
A Managefy importa a estrutura de centros de custo do seu ERP. Durante o mês, as rotinas de aprovação acontecem na Managefy. No fechamento, a Folha PJ da Managefy é exportada em formato compatível com o ERP, gerando as contas a pagar. O financeiro executa o pagamento pelo fluxo normal do ERP.
Quanto tempo leva para implementar a integração?
Entre 2 e 6 semanas, dependendo da complexidade do ERP. Para ERPs com integração nativa como Omie, o prazo é de 2 semanas. Para ERPs como SAP com estrutura mais rígida, pode levar até 6 semanas considerando testes e homologação. O treinamento está incluído.
Meu ERP já tem módulo de terceiros. Preciso mesmo de outra ferramenta?
Módulos de terceiros em ERPs foram desenhados para prestadores de serviço genéricos, não para profissionais PJ recorrentes. A Managefy resolve o que nenhum módulo de terceiros cobre: a Folha PJ da Managefy fechada como aprovação do pagamento, o sigilo de remuneração (também chamado de sigilo de valores) por perfil, portal para o PJ consultar histórico e enviar nota, e fechamento mensal com trilha auditável. Se o ERP tem isso, ficamos felizes. Se não tem, a Managefy é o complemento.


