Se você chegou até aqui, provavelmente já entendeu que gestão de PJ vai muito além de receber nota fiscal e fazer TED. O contrato e a nota são só o começo. O trabalho pesado está na rotina do mês: quem aprova, quem vê os valores, como fecha, onde fica o histórico. É justamente essa rotina de DP para PJs que a Managefy resolve.
O Brasil tem hoje 26 milhões de trabalhadores por conta própria, segundo a PNAD Contínua do IBGE. Desses, 6,8 milhões atuam formalizados como pessoa jurídica. É um universo enorme de profissionais que empresas contratam todos os dias sem ter estrutura adequada para gerenciar.
Esta página existe para uma coisa simples: ajudar você a descobrir se faz sentido usar a Managefy na sua operação. Não queremos vender para quem não precisa. Queremos trabalhar com empresas onde realmente vamos fazer diferença.
Vou mostrar o perfil ideal de cliente, quando a Managefy provavelmente não é a melhor escolha, e depois entrar em detalhes de cada um dos 9 segmentos que atendemos bem. Se você se reconhecer em algum deles, a conversa faz sentido. Se não se reconhecer, tudo bem também.
O Perfil Ideal de Cliente Managefy
Ao longo dos últimos anos atendendo empresas de todos os tamanhos e segmentos, ficou claro que existe um perfil de empresa onde a Managefy realmente entrega valor. Não é questão de porte ou faturamento, mas sim de como a empresa opera com profissionais PJ.
O cliente ideal da Managefy tem pelo menos 25 profissionais PJ que trabalham de forma recorrente na operação. Não estamos falando de fornecedores que aparecem de vez em quando para entregar um serviço pontual. Estamos falando de profissionais que fazem parte do dia a dia da empresa, que têm ciclo mensal de faturamento, que precisam de aprovação antes de receber, que geram histórico que a empresa precisa guardar.
Esse cliente já decidiu pelo modelo PJ. Não está em dúvida se vai contratar PJ ou CLT. Já entendeu as vantagens do modelo, já estruturou a operação assim, e agora precisa de uma forma profissional de gerenciar essa base de prestadores. Se você ainda está comparando os dois modelos, vale a pena entender as diferenças entre sistemas de DP tradicionais e gestão de PJ antes de seguir.
Outra característica importante: esse cliente precisa de mais do que pagar nota. Se a única necessidade for emitir um TED depois de receber uma NF, o ERP da empresa provavelmente resolve. A Managefy entra quando existe necessidade de aprovação por gestor antes de pagar, quando existe preocupação com sigilo de valores entre áreas, quando a empresa precisa de histórico rastreável para auditoria, quando quer dar autonomia ao PJ para acompanhar a situação dele sem depender do financeiro.
Quando a Managefy Provavelmente Não Faz Sentido
Existem situações onde honestamente vou dizer: a Managefy não é para você. Pelo menos não agora.
Se a empresa tem menos de 25 PJs ativos, o custo-benefício provavelmente não fecha. Com 10 ou 15 profissionais, uma planilha bem feita e um processo manual organizado podem dar conta do recado. Vai dar trabalho? Vai. Mas o volume não justifica um sistema dedicado. Quando a base crescer e o processo manual começar a travar, aí faz sentido conversar.
Se os PJs são contratados de forma pontual e eventual, a Managefy também não é o caminho. Um consultor que faz um projeto de 3 meses e some, um fotógrafo que vem uma vez por ano para o evento da empresa, um advogado que presta um parecer isolado. Isso é fornecedor, não é time PJ. O contas a pagar do ERP resolve.
Se a empresa quer só pagar nota e não precisa de nada além disso, sem aprovações, sem sigilo, sem histórico estruturado, sem portal para o PJ, então continua usando o que já usa. A Managefy foi construída para empresas que precisam de rotinas de DP para seus PJs, não para substituir o módulo de contas a pagar.
Por Que Compliance de PJ É Prioridade em 2026
Antes de entrar nos segmentos, vale contextualizar o cenário jurídico atual. Em 2024, a Justiça do Trabalho registrou 285 mil processos pedindo reconhecimento de vínculo empregatício, um aumento de 57% em relação ao ano anterior. A discussão sobre a chamada “pejotização” chegou a tal ponto que o STF suspendeu todos os processos do país sobre o tema em abril de 2025, no âmbito do Tema 1.389 de repercussão geral.
Agora em 2026, o mercado aguarda o julgamento de mérito pelo STF. Isso significa duas coisas para empresas que contratam PJ. Primeiro, a incerteza jurídica persiste e exige documentação impecável. Segundo, quando o STF julgar o mérito, a decisão valerá para todo o país e empresas que não têm histórico organizado podem ter dificuldade de comprovar a regularidade das suas contratações passadas.
Ter contratos bem estruturados, aprovações documentadas, histórico de pagamentos rastreável e ausência de subordinação comprovável deixou de ser “bom ter” e virou necessidade para qualquer empresa que opera com volume significativo de PJs. Para entender melhor os requisitos de compliance na gestão de PJ, temos um artigo dedicado ao tema.
O Impacto da Reforma Tributária na Gestão de PJs
A partir de janeiro de 2026, a reforma tributária entrou em fase de testes, com a implementação experimental da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). A alíquota de teste é de 1% (0,9% CBS + 0,1% IBS), e esse valor pode ser compensado com o que a empresa já paga de PIS e COFINS.
Para empresas que contratam PJs, a reforma traz duas mudanças relevantes. A primeira é a necessidade de adequação dos documentos fiscais. As notas fiscais de serviço agora precisam destacar os novos tributos, mesmo em fase de teste. Empresas com volume alto de NFs de prestadores PJ precisam garantir que o processo de conferência esteja preparado para validar esses novos campos.
A segunda mudança é mais estrutural e vai impactar a partir de 2027: o setor de serviços, que historicamente pagava alíquotas menores de ISS e PIS/COFINS cumulativo, passará a ser tributado pela alíquota cheia do IVA dual (estimada entre 26,5% e 28,6%). A compensação de créditos será fundamental para não perder margem. O problema é que prestadores de serviço geram poucos créditos, já que a maior parte do custo é mão de obra.
Isso significa que empresas que contratam PJs precisam ter visibilidade clara dos custos por prestador, por projeto e por cliente para entender o impacto real da nova tributação na operação. Sem essa visibilidade, a margem pode ser corroída sem que ninguém perceba até ser tarde demais.
1. Tech Companies, Startups e Scale-ups
Empresas de tecnologia operam com squads de desenvolvedores, designers e product managers PJ. O modelo é dinâmico: profissionais entram e saem de projetos, sprints têm duração definida, e a escalabilidade da operação depende de onboarding rápido sem criar gargalo burocrático.
A primeira dor que aparece nesse segmento é o onboarding lento que trava o roadmap. Contratar um dev PJ não pode levar duas semanas de burocracia. O squad precisa do profissional no sprint seguinte. Cadastro, contrato, validação de CNPJ, setup de pagamento. Tudo isso precisa acontecer em dias, não em semanas. Quando o processo de entrada de um novo PJ demora, quem sofre é o produto.
A segunda dor é a rotatividade alta que gera volume grande de contratos e distratos. Projetos terminam, squads mudam, profissionais rodam. Cada saída precisa de distrato documentado, cada entrada precisa de contrato assinado. Sem sistema, o DP vira gargalo. E quando o DP vira gargalo, a empresa perde agilidade para montar times rapidamente.
Tem também a questão da alocação por produto ou squad que complica o rateio de custos. O mesmo dev pode trabalhar em dois produtos diferentes. O PO precisa aprovar as horas do squad dele, não de outro. Centro de custo por produto é obrigatório para saber o custo real de cada feature. Sem essa visibilidade, a empresa não consegue responder perguntas básicas como quanto custou desenvolver determinada funcionalidade.
Para scale-ups em fase de captação, existe outra preocupação: na due diligence da Série A, vão perguntar sobre controle dos PJs. Contratos assinados? Histórico de pagamentos? Risco de vínculo empregatício? Se a resposta for que está tudo numa planilha, o deal fica mais difícil. Investidor não gosta de risco trabalhista oculto.
Por fim, o tech lead sabe se o dev entregou, mas não precisa saber quanto ele ganha. Sigilo de valores entre aprovador técnico e financeiro é essencial para evitar conflitos internos e preservar a confidencialidade das remunerações individuais.
O que funciona para Tech
| Feature | Por que importa |
|---|---|
| Onboarding rápido | Dev entra no squad em dias, não semanas |
| Centro de custo por produto | Sabe o custo real de cada squad ou feature |
| Aprovação por tech lead | Quem conhece a entrega técnica é quem aprova |
| Sigilo de valores | Tech lead não vê quanto cada dev ganha |
| Histórico para due diligence | Auditoria de investidor passa sem ressalva |
Caso real: Scale-up com 80 devs
Uma scale-up com 80 desenvolvedores PJ distribuídos em 6 squads tinha um problema sério: o fechamento mensal levava 5 dias. Cada tech lead mandava aprovação por e-mail, o financeiro consolidava tudo em planilha, e qualquer erro fazia o processo voltar ao início. Era uma correria todo final de mês.
Com a Folha PJ da Managefy, cada tech lead passou a aprovar os PJs do squad dele diretamente na plataforma. O financeiro só vê a folha consolidada, pronta para pagar. O fechamento caiu para 4 horas. Na Série A, a due diligence de PJs levou 1 hora: exportou o relatório completo e enviou para o investidor. Sem planilha, sem correria, sem risco.
→ Guia completo: Gestão de PJ para Empresas de Tecnologia
2. Agências de Marketing e Publicidade
Agências vivem de projetos. Cada cliente é uma conta, cada campanha tem prazo, cada job tem escopo definido. O pool de criativos, que inclui redatores, designers, social media e videomakers, é majoritariamente PJ. A margem costuma ser apertada, algo entre 10% e 20%, então controle de custo por cliente é questão de sobrevivência do negócio.
A primeira dor que aparece é que freelancers entram e saem por campanha. Uma campanha de 3 meses traz 5 freelancers. Acabou a campanha, saem. Mês seguinte, outra campanha, outros 3. Onboarding e distrato viram rotina semanal. Se cada entrada e saída exige 4 horas de trabalho do DP, a conta não fecha.
A segunda dor é não saber se a conta está dando lucro. O fee do cliente é R$ 50 mil por mês. Mas quanto está gastando com freelas nessa conta? Se não tem centro de custo por cliente, não sabe a margem real. Pode estar subsidiando cliente sem perceber e só descobrir no final do ano quando olhar o resultado consolidado.
Tem a questão do freela que manda NF errada e atrasa o fechamento. Valor diferente do combinado, CNPJ com problema, competência errada. Cada NF com erro é uma ligação, um e-mail, um dia perdido. Com 30 freelas, são 30 potenciais erros por mês. Multiplica isso por 12 meses e o retrabalho vira uma bola de neve.
O gestor de conta também sofre porque não tem visibilidade. O account quer saber quanto já gastou de freela nesse projeto. Mas a informação está com financeiro, que está ocupado fechando a Folha PJ. Ninguém tem visibilidade em tempo real do que está sendo gasto, e aí a surpresa vem só no fechamento do mês.
A margem apertada não tolera erro de pagamento. Pagar duas vezes o mesmo job ou esquecer de cobrar refação do cliente corrói margem que já é pequena. Cada erro é lucro que vai embora.
O que funciona para Agências
| Feature | Por que importa |
|---|---|
| Centro de custo por cliente | Sabe a margem real de cada conta |
| Onboarding rápido de freela | Entra no projeto sem burocracia |
| Portal do PJ | Freela envia NF sozinho, sem WhatsApp |
| Validação de NF | Erro de NF identificado antes de travar fechamento |
| Relatório por cliente | Account vê gasto em tempo real |
Caso real: Agência digital com 45 freelancers
Uma agência digital com 45 freelancers ativos tinha uma gestora de projetos que passava 2 dias por mês cobrando NF por WhatsApp. O financeiro não conseguia dizer com segurança qual era a margem de cada cliente. Era uma operação que funcionava, mas sem controle real.
Depois de implementar a Managefy, os freelas passaram a enviar NF pelo portal com prazo automático. Centro de custo por cliente foi ativado, e relatório de rentabilidade ficou disponível em tempo real. A gestora de projetos zerou o tempo de cobrança de NF. E descobriram duas contas com margem negativa que precisaram de renegociação de fee.
→ Guia completo: Gestão de PJ para Agências de Marketing
3. Consultorias
Consultorias operam com pool de consultores senior, muitos deles ex-Big 4, especialistas de nicho ou executivos em transição de carreira. O modelo é alocação por projeto de cliente. Valores são altos, sigilo é crítico, e o cliente enterprise exige compliance estruturado antes de fechar qualquer contrato.
A primeira dor, e talvez a mais crítica, é que sigilo de remuneração é inegociável nesse segmento. Consultor senior ganha R$ 800 por hora. O gerente do projeto não pode saber isso. O financeiro não pode saber isso. Só o sócio responsável e a diretoria. Qualquer vazamento gera conflito interno e perda de talento. Consultoria vive de gente, e gente talentosa não fica onde seus valores são expostos.
A alocação muda a cada projeto, o que complica o rateio. O mesmo consultor trabalha 60% no projeto A, 40% no projeto B. Mês seguinte, muda. Rateio de custo precisa acompanhar alocação real, não estimativa de início de projeto. Sem isso, a rentabilidade de cada engagement fica distorcida.
Cliente enterprise exige compliance do fornecedor. O procurement vai pedir lista de subcontratados, contratos, certidões, política de contratação. Se não tiver organizado, perde a concorrência. Não é exagero: já vi consultoria perder deal porque não conseguiu apresentar documentação de compliance dos PJs em tempo hábil.
Consultores senior não toleram burocracia. Um ex-sócio de Big 4 que virou PJ não vai ficar mandando NF por e-mail e perguntando onde está o pagamento. Experiência do prestador importa para reter talento. Se o processo é amador, o consultor vai para outro lugar. A experiência do portal do PJ faz diferença real na retenção de profissionais de alto nível.
Cada projeto pode ter regra diferente de faturamento. Projeto A paga por hora. Projeto B paga por milestone. Projeto C tem fee fixo mais variável por resultado. O sistema precisa suportar múltiplos modelos no mesmo mês sem criar gambiarras manuais.
O que funciona para Consultorias
| Feature | Por que importa |
|---|---|
| Sigilo total | Ninguém vê valor individual internamente |
| Centro de custo por projeto | Rateio acompanha alocação real |
| Portal do consultor | Experiência digna para profissional senior |
| Múltiplos modelos de contrato | Hora, milestone, fee fixo no mesmo sistema |
| Compliance exportável | Atende procurement de cliente enterprise |
Caso real: Consultoria boutique com 60 consultores
Uma consultoria boutique com 60 consultores PJ e clientes enterprise tinha três problemas sérios: o financeiro via valores de todos os consultores, gerentes perguntavam quanto fulano ganhava, e o procurement de um cliente pediu lista de subcontratados que não existia de forma organizada.
A migração para o plano Fintech da Managefy resolveu o sigilo de forma definitiva. Criou relatório de compliance para apresentar a clientes. O portal deu autonomia aos consultores senior. O resultado foi zero conflitos internos por vazamento de valor, duas concorrências enterprise ganhas porque compliance estava em ordem, e consultores senior elogiando a experiência do portal.
→ Guia completo: Gestão de PJ para Consultorias
4. Escritórios de Advocacia
Escritórios de advocacia operam com advogados associados, correspondentes, peritos e consultores técnicos, todos PJ. O modelo varia bastante: hora técnica, êxito, fee fixo por contrato. Compliance é DNA do negócio, mas ironicamente a gestão interna de PJs costuma ser caótica. O sapateiro anda descalço.
A primeira dor é a necessidade de correspondentes em múltiplas comarcas. O escritório em São Paulo precisa de correspondente em Manaus para uma audiência. Contrata, usa uma vez, pode nunca mais usar. O cadastro precisa ser rápido, o pagamento precisa ser certo, o histórico precisa existir caso precise acionar de novo ou caso haja qualquer questionamento sobre o serviço prestado.
Hora técnica exige controle rigoroso. Advogado associado registra horas por cliente e por processo. O sócio responsável precisa aprovar. Financeiro precisa conciliar com NF. Sem sistema, é planilha cruzando com planilha, e a chance de erro é enorme.
Advogado PJ com 20 anos de carreira não aceita atraso ou incerteza sobre pagamento. Ele não vai tolerar resposta do tipo “o financeiro está verificando”. Pagamento precisa ser pontual e previsível. Qualquer problema é perda de credibilidade do escritório com seus próprios associados.
O sócio-administrador quer ver gasto por área de atuação. Quanto estou gastando com PJs em trabalhista? E em tributário? E em M&A? Se não tem centro de custo por área, não sabe onde está o custo real de cada prática e não consegue tomar decisões informadas sobre onde investir ou desinvestir.
Perito e consultor técnico têm modelo diferente do advogado associado. Perito cobra por laudo. Consultor técnico cobra por hora. Advogado associado tem fee mensal. Três modelos diferentes, três fluxos diferentes, que precisam conviver no mesmo sistema sem criar confusão operacional.
O que funciona para Advocacia
| Feature | Por que importa |
|---|---|
| Cadastro rápido de correspondente | Entra e sai sem burocracia |
| Controle de horas por processo | Timesheet integrado ao pagamento |
| Aprovação por sócio responsável | Governança por área e por cliente |
| Centro de custo por área | Custo real de cada prática jurídica |
| Múltiplos modelos | Hora, fee fixo e laudo no mesmo sistema |
Caso real: Escritório full-service com 35 advogados
Um escritório full-service com 35 advogados associados PJ mais 20 correspondentes espalhados pelo Brasil operava com timesheet em Excel e pagamento manual. O sócio-administrador não sabia o custo real por área de atuação.
Depois da implementação, advogados passaram a registrar horas pelo portal. Sócio de cada área passou a aprovar. Centro de custo por prática foi ativado, separando trabalhista, tributário e societário. Correspondentes ganharam cadastro simplificado e passaram a receber em D+2 do fechamento. O sócio-administrador descobriu que a área de família tinha margem negativa e tomou decisões com base em dados reais. Zero reclamação de atraso.
→ Guia completo: Gestão de PJ para Escritórios de Advocacia
5. Engenharia e Arquitetura
Escritórios de engenharia e arquitetura trabalham por obra e por projeto. Engenheiros, arquitetos, projetistas e técnicos são majoritariamente PJ. Projetos duram meses ou anos, com medições periódicas e pagamentos por etapa. CREA e CAU são obrigatórios e precisam estar ativos para que o profissional possa assinar tecnicamente.
A primeira dor é que validação de CREA ou CAU é obrigatória, não opcional. Não pode pagar engenheiro com CREA vencido ou suspenso. É risco técnico e legal para a obra. A validação precisa ser automática, não pode depender de alguém lembrar de verificar manualmente todo mês.
Projetos longos têm múltiplas medições. Uma obra de 18 meses tem 18 medições. Cada medição libera pagamento de uma parte do contrato. O sistema precisa controlar etapas e valores parciais, não só receber NF e pagar. Precisa saber quanto já foi pago, quanto falta, e em que etapa cada profissional está.
O mesmo profissional pode estar alocado em múltiplas obras simultaneamente. O projetista estrutural trabalha em 3 obras ao mesmo tempo. Cada obra tem orçamento próprio. O rateio precisa ser por obra, com aprovação do coordenador de cada uma. Se não tem essa separação, não sabe o custo real de cada empreendimento.
Documentação técnica precisa estar disponível para fiscalização. Se a prefeitura ou o cliente perguntar quem foi o responsável técnico de determinada etapa, precisa responder em minutos com documentação completa. Histórico rastreável não é opcional nesse segmento.
Técnicos de campo têm rotina diferente do resto da equipe. O topógrafo vai a campo, faz o serviço, emite NF. Não vai acessar sistema todo dia. Precisa de processo simples: fez o serviço, enviou NF pelo celular, recebeu no prazo.
O que funciona para Engenharia
| Feature | Por que importa |
|---|---|
| Validação de CREA/CAU | Compliance técnico automático, sem depender de memória |
| Controle por obra | Custo real de cada empreendimento |
| Pagamento por medição | Fluxo adequado para projeto longo |
| Portal mobile-friendly | Técnico de campo envia NF pelo celular |
| Histórico por obra | Documentação disponível para fiscalização |
Caso real: Escritório de engenharia com 25 profissionais
Um escritório de engenharia com 25 profissionais PJ em 8 obras simultâneas tinha dois problemas graves: coordenadores não sabiam quanto já tinham gasto em cada obra, e o CREA de 2 engenheiros venceu sem ninguém perceber. O segundo problema poderia ter causado problemas sérios de responsabilidade técnica.
A validação automática de CREA com alerta 30 dias antes do vencimento eliminou o risco. Centro de custo por obra deu visibilidade aos coordenadores. Pagamento por medição com aprovação do coordenador organizou o fluxo. O CFO passou a consolidar o custo de todas as obras em um clique, e o sistema bloqueia pagamento para qualquer profissional com registro vencido.
→ Guia completo: Gestão de PJ para Engenharia e Arquitetura
6. Instituições de Ensino
Faculdades, escolas técnicas, cursos livres e edtechs operam com professores, tutores e conteudistas PJ. A sazonalidade é marcante, com picos no início de cada semestre. A carga horária varia por período letivo, e o volume de profissionais pode chegar a centenas em instituições maiores.
A primeira dor é a sazonalidade brutal. Início de semestre: 50 professores novos. Final de semestre: 20 saem. O DP precisa absorver picos de onboarding e distrato sem travar. Se cada professor novo leva 3 dias para cadastrar, o semestre começa e o cadastro ainda não terminou.
Carga horária varia por período. O professor dá 12 horas por semana no primeiro semestre, 8 no segundo. O pagamento acompanha. Não é fee fixo, é hora-aula variável mês a mês. O sistema precisa lidar com essa flexibilidade sem criar confusão no fechamento.
Coordenador de curso precisa aprovar. O coordenador de Administração aprova os professores de Administração. O de Engenharia aprova os de Engenharia. Não pode ter aprovação cruzada ou aprovação centralizada que não conhece o trabalho de cada um.
Volume alto significa que qualquer erro se multiplica. Com 200 professores PJ, cada 1% de erro representa 2 pagamentos errados por mês. Em 12 meses, são 24 problemas. Com 500 professores, são 60 problemas por ano. A automação não é luxo, é questão de sobrevivência operacional.
Professor quer saber o que vai receber. Quantas horas eu dei esse mês? Quanto vou receber? Se o professor precisa ligar para o financeiro para saber, o processo está quebrado. Precisa ter portal onde ele mesmo consulta e resolve suas dúvidas.
O que funciona para Educação
| Feature | Por que importa |
|---|---|
| Onboarding em lote | Absorve pico de início de semestre |
| Controle de hora-aula | Pagamento por carga horária real |
| Aprovação por coordenador | Cada curso aprova os seus professores |
| Portal do professor | Transparência de horas e pagamento |
| Centro de custo por curso | Custo real de cada graduação |
Caso real: Faculdade com 180 professores
Uma faculdade com 180 professores PJ vivia um problema todo início de semestre: o RH levava 3 semanas para cadastrar todo mundo. Professores reclamavam que não sabiam quanto iam receber porque as informações ficavam dispersas entre coordenação, RH e financeiro.
O onboarding em lote com importação de planilha reduziu o processo de 3 semanas para 3 dias. O portal passou a mostrar horas registradas e valor previsto, eliminando ligações ao financeiro. Coordenadores passaram a aprovar por curso e a controlar o orçamento da sua graduação. Reclamações de professores sobre falta de transparência zeraram.
→ Guia completo: Gestão de PJ para Instituições de Ensino
7. Turismo e Hospitalidade
Hotéis, resorts, operadoras de turismo e agências de viagem operam com guias, recepcionistas de evento, fotógrafos, tradutores e profissionais de experiência, majoritariamente PJ. A sazonalidade é extrema, com diferença brutal entre alta e baixa temporada. A operação precisa escalar rapidamente para eventos e picos de demanda.
A primeira dor é a necessidade de escala rápida para alta temporada. Em dezembro, o resort precisa de três vezes mais guias e recepcionistas. Em março, volta ao normal. Não pode levar duas semanas para contratar. O réveillon não espera. O carnaval não espera. A alta temporada não espera.
Guias e fotógrafos trabalham por evento. O guia faz o city tour de terça. O fotógrafo cobre o casamento de sábado. Cada serviço é um job, cada job é um pagamento. Volume alto de transações pequenas que precisam de processo eficiente.
Profissionais rotativos não têm vínculo fixo. O mesmo guia trabalha para 3 operadoras. Não é exclusivo, não tem horário fixo, não tem subordinação. A documentação precisa refletir isso corretamente para evitar qualquer risco trabalhista.
Eventos exigem resposta imediata. O grupo de 50 chineses chega amanhã e precisa de guia que fala mandarim. Não tem tempo para burocracia. Cadastro e contrato precisam acontecer em horas, não dias.
A sazonalidade afeta o fluxo de caixa e o modelo de cobrança. Na baixa temporada, poucos PJs. Na alta, muitos. O processo precisa ser flexível: barato quando pouco usado e capaz de escalar quando necessário, sem custo fixo alto que prejudica os meses de baixa.
O que funciona para Turismo
| Feature | Por que importa |
|---|---|
| Cadastro expresso | Guia entra em horas para evento urgente |
| Contrato por serviço | Cada job é um escopo definido |
| Portal mobile | Guia em campo envia NF pelo celular |
| Aprovação por evento | Coordenador do evento aprova seus custos |
| Escala flexível | Paga pelo uso, não por PJ cadastrado |
Caso real: Operadora de turismo receptivo
Uma operadora de turismo receptivo tinha 40 guias PJ no cadastro, mas uso variável: 10 guias na baixa temporada, 40 na alta. Os coordenadores de grupo não sabiam quanto tinham gasto até o fechamento do mês, quando já era tarde para ajustar qualquer coisa.
O cadastro simplificado permitiu que guia novo entrasse em menos de 24 horas. Aprovação por grupo passou a dar visibilidade em tempo real. Coordenador passou a saber o custo do grupo antes de fechar a conta com o cliente. Margem por operação ficou visível em tempo real, permitindo ajustes antes de virar prejuízo.
8. Hospitais, Clínicas e Saúde
O setor de saúde opera com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e técnicos, a grande maioria como pessoa jurídica. O Brasil tem mais de 573 mil médicos ativos, segundo a Demografia Médica 2025 do Ministério da Saúde, e a maioria dos especialistas está concentrada na rede privada. Hospitais e clínicas dependem de corpo clínico PJ para funcionar, mas a gestão dessa base costuma ser fragmentada entre departamentos.
A primeira dor é o volume alto de profissionais com especialidades diferentes. Um hospital de médio porte pode ter 100 médicos PJ, cada um com especialidade, plantão e modelo de remuneração diferentes. Cardiologista ganha por procedimento. Anestesista ganha por hora de centro cirúrgico. Plantonista ganha por plantão. Três modelos de remuneração que precisam conviver no mesmo sistema.
A segunda dor é a validação de registro profissional obrigatória. Médico com CRM suspenso não pode atender. Enfermeiro com COREN irregular não pode trabalhar. A validação precisa ser automática e bloquear pagamento se houver irregularidade. Qualquer falha nesse controle é risco grave para a instituição.
Escalas de plantão complicam o fechamento. O mesmo médico pode fazer 4 plantões de 12 horas em um mês, ou 10. O coordenador médico precisa aprovar as horas antes do pagamento. Se a aprovação depende de e-mail ou planilha, o fechamento atrasa e o médico reclama.
Sigilo de valores é crítico em instituições de saúde. O diretor técnico não pode saber quanto cada médico ganha. O coordenador de enfermagem não pode ver os valores dos médicos. A confidencialidade precisa ser absoluta para evitar conflitos internos em um ambiente onde egos costumam ser sensíveis.
Compliance é questão de sobrevivência. Hospitais passam por auditorias de operadoras de saúde, ANS, vigilância sanitária. Documentação de corpo clínico precisa estar impecável. Contratos, certidões, registros profissionais, histórico de pagamentos. Qualquer lacuna pode gerar problema sério.
A rotatividade de profissionais é alta, especialmente em plantões. Médico que cobre plantão em 3 hospitais diferentes não é raro. Isso significa onboarding frequente, distrato frequente, e necessidade de processo ágil que não trave a operação assistencial.
O que funciona para Saúde
| Feature | Por que importa |
|---|---|
| Validação de CRM/COREN | Compliance automático de registro profissional |
| Múltiplos modelos de remuneração | Procedimento, hora, plantão no mesmo sistema |
| Aprovação por coordenador médico | Escala aprovada por quem conhece a operação |
| Sigilo absoluto | Ninguém vê valor de profissional de outra área |
| Histórico para auditoria | ANS e operadoras encontram tudo organizado |
Caso real: Clínica de especialidades com 45 médicos
Uma clínica de especialidades com 45 médicos PJ de 12 especialidades diferentes tinha o financeiro fazendo malabarismo com 3 planilhas: uma para procedimentos, uma para plantões, uma para consultas. O fechamento levava uma semana e sempre tinha erro. Médicos reclamavam de atraso e de falta de transparência.
A migração para sistema unificou os três modelos de remuneração. Coordenador médico passou a aprovar escalas pelo portal. Validação de CRM ficou automática com alerta 60 dias antes do vencimento. Sigilo foi configurado por especialidade. O fechamento caiu para 2 dias, reclamações de médicos sobre atraso zeraram, e a última auditoria da operadora de saúde levou 30 minutos em vez de 2 dias.
→ Guia completo: Gestão de PJ para Hospitais e Clínicas
9. Empresas de Serviço em Geral
Empresas de serviço B2B e B2C que não se encaixam nos segmentos anteriores: facilities, segurança, manutenção, logística, atendimento, call center, BPO e qualquer operação que use profissionais PJ como parte do delivery. O modelo varia, mas a dor é comum: escala de PJs sem estrutura adequada para gerenciar.
A primeira dor é que a empresa cresceu rápido e o processo não acompanhou. Começou com 5 PJs, hoje tem 50. O que funcionava no início virou gargalo. Planilha não escala, WhatsApp não escala, memória não escala. O que era simples de gerenciar de cabeça virou complexo demais para continuar assim.
Cada gestor faz do seu jeito. O gestor da área A aprova por e-mail. O da área B liga para o financeiro. O da área C esquece de aprovar. Sem padrão, não tem controle. E quando não tem controle, aparecem erros, duplicidades e atrasos. A falta de processo padronizado cria retrabalho constante e desgasta a relação com os prestadores.
A empresa não sabe o custo real de servir cada cliente. Quanto de PJ está usando para atender o cliente X? Se não tem centro de custo por contrato, não sabe se o contrato é rentável ou se está subsidiando sem perceber. Essa falta de visibilidade se torna ainda mais crítica com a reforma tributária, onde cada ponto de margem vai contar.
PJ reclama de falta de transparência. Quando vou receber? Minha NF foi aprovada? Tem algum problema? Se o PJ precisa perguntar, o processo está quebrado. Cada pergunta é tempo do financeiro que poderia estar fazendo outra coisa. E prestador insatisfeito com o processo vai embora na primeira oportunidade.
Quando auditoria pede documentação, é correria para juntar. Contrato? Numa pasta. NFs? No e-mail. Aprovações? Na cabeça do gestor. Quando auditoria pede, vira semana perdida tentando reconstituir histórico. Empresas de serviço que atendem clientes enterprise passam por auditorias frequentes, e cada auditoria mal preparada é risco de perder contrato.
Para empresas com múltiplas subsidiárias ou CNPJs, a complexidade aumenta exponencialmente. Cada CNPJ tem sua folha, seus gestores, suas regras. Consolidar isso sem sistema dedicado é praticamente impossível. Se esse é seu caso, vale entender como funciona a gestão de PJ para grupos econômicos.
A reforma tributária adiciona uma camada extra de complexidade. A partir de 2027, prestadores de serviço vão sentir o impacto da alíquota cheia do IVA. Empresas que não têm visibilidade clara do custo por prestador, por cliente e por contrato vão descobrir tarde demais que a margem foi corroída. O momento de organizar essa visibilidade é agora, antes que a transição tributária entre em velocidade máxima.
O que funciona para Serviços
| Feature | Por que importa |
|---|---|
| Processo padronizado | Todo gestor segue o mesmo fluxo, sem exceções |
| Centro de custo por cliente | Rentabilidade real de cada contrato visível |
| Portal do PJ | Transparência total sem ocupar RH com perguntas |
| Aprovação por gestor | Quem conhece a entrega aprova, com alçada definida |
| Histórico rastreável | Auditoria de cliente em um clique |
| Multi-CNPJ | Consolidação de grupos econômicos sem gambiarra |
Caso real: Empresa de manutenção predial
Uma empresa de manutenção predial com 35 técnicos PJ cresceu de 10 para 35 em 2 anos. O processo continuava o mesmo de quando tinha 10: planilha, WhatsApp e TED manual. Funcionava, mas com muito esforço e risco de erro. O financeiro passava os últimos 4 dias do mês em modo de emergência.
A migração para sistema padronizou o fluxo de aprovação. Centro de custo por cliente mostrou a rentabilidade real de cada contrato. O portal deu visibilidade ao técnico, que parou de ligar perguntando sobre pagamento. O fechamento caiu de 4 dias para 4 horas. E descobriram 3 contratos com margem negativa que precisavam de revisão urgente de preço.
Caso real: Empresa de facilities com 120 PJs e 3 CNPJs
Uma empresa de facilities com operações em São Paulo, Rio e Belo Horizonte tinha 3 CNPJs e 120 profissionais PJ distribuídos entre eles. Cada regional tinha seu processo, sua planilha, seu jeito de aprovar. O CFO não conseguia consolidar o custo total da operação sem gastar uma semana por mês pedindo relatórios para cada gestor regional.
A implementação com multi-CNPJ unificou o processo nas três regionais. Cada gestor regional continuou aprovando seus PJs, mas o CFO passou a ter visão consolidada em tempo real. Centro de custo por cliente e por regional mostrou que a operação do Rio estava subsidiando contratos deficitários há meses. Com a visibilidade, renegociaram dois contratos e encerraram um terceiro que nunca teria margem positiva. O tempo de fechamento consolidado caiu de 7 dias para 1 dia.
→ Guia completo: Gestão de PJ para Empresas de Serviços
Checklist: A Managefy É Para Você?
Marque os itens que se aplicam à sua empresa. Esse exercício ajuda a entender se o momento é adequado para adotar um sistema de gestão de PJ ou se vale esperar mais um pouco.
Volume e recorrência
- [ ] Tenho 25 ou mais profissionais PJ ativos
- [ ] PJs trabalham na operação regularmente, não são eventuais
- [ ] Contrato novos PJs pelo menos uma vez por mês
Processo atual
- [ ] Uso planilha para controlar PJs
- [ ] Recebo NF por WhatsApp ou e-mail
- [ ] Fechamento mensal leva mais de um dia
- [ ] Já paguei NF errada ou duplicada
Necessidade de controle
- [ ] Preciso de aprovação por gestor antes de pagar
- [ ] Quero saber custo por área, projeto ou cliente
- [ ] Preciso de histórico para auditoria
- [ ] Sigilo de valores é importante na minha operação
Experiência do PJ
- [ ] PJs reclamam de falta de transparência
- [ ] PJs perguntam frequentemente “cadê meu pagamento”
- [ ] Quero que PJ tenha autonomia via portal
Como interpretar o resultado
| Marcou | Recomendação |
|---|---|
| 0-3 | Ainda não é o momento. Estruture o processo básico primeiro com planilha organizada. |
| 4-7 | Momento adequado para adotar sistema. Comece pelo plano Starter e evolua conforme necessidade. |
| 8-11 | Você está perdendo tempo e dinheiro com processo manual. Precisa de Pro ou Fintech. |
| 12+ | Urgente. Cada mês sem sistema é risco e retrabalho acumulado. Fale com vendas hoje. |
Perguntas Frequentes
1. Tenho menos de 25 PJs. Devo esperar?
Se o processo atual funciona e você não tem as dores listadas acima, pode esperar. Mas se já está tendo problemas com 15 ou 20 PJs, não precisa esperar chegar a 25 para resolver. O número é referência, não regra absoluta. O que importa é se as dores existem.
2. Minha empresa tem CLTs e PJs. A Managefy serve?
Sim, mas só para os PJs. CLTs continuam no seu sistema de DP tradicional, seja Sólides, Convenia ou outro. A Managefy não faz folha CLT e nem deveria. São mundos diferentes com necessidades diferentes.
3. Não me encaixo em nenhum segmento específico. E agora?
Se você contrata PJs como parte da operação e tem as dores listadas, a Managefy serve. O segmento importa menos que o modelo de trabalho: PJ recorrente, NF mensal, necessidade de controle e governança.
4. Qual plano é certo para mim?
Para 25 a 50 PJs com processo básico, o plano Starter resolve. Para 50 a 100 PJs com múltiplos gestores e necessidade de aprovação por alçada, o Pro é mais adequado. Se sigilo de valores é crítico, independente do tamanho, considere o Fintech. Para operações acima de 100 PJs com governança complexa, Pro ou Fintech dependendo da necessidade de sigilo.
5. Consigo começar pequeno e migrar de plano depois?
Sim. Muitas empresas começam no Starter e migram para Pro ou Fintech conforme crescem. A migração é transparente: dados e histórico são preservados. Não precisa recomeçar do zero.
6. Quanto tempo leva para implantar?
Depende do tamanho da operação, mas a média é entre 7 e 15 dias. Não é projeto de meses como ERP. A maioria das empresas está operando normalmente em menos de 2 semanas. Para entender melhor o processo de implantação, veja como funciona o sistema de gestão PJ.
7. Preciso trocar meu ERP ou sistema de pagamento?
Não. A Managefy se integra ao que você já usa. O objetivo é organizar as rotinas de DP para PJs, não substituir sistemas de pagamento ou contabilidade.
8. E se eu não gostar?
Você pode testar gratuitamente antes de decidir. E se depois de usar decidir que não funciona para sua operação, pode cancelar sem multa. Queremos clientes que ficam porque funciona, não porque estão presos.
9. A reforma tributária muda alguma coisa na gestão de PJs?
A reforma não muda a natureza da relação com o PJ, mas muda a tributação. A partir de 2026, as notas fiscais precisam destacar os novos tributos (CBS e IBS). E a partir de 2027, o setor de serviços vai pagar alíquota maior. Ter visibilidade clara de custos por prestador e por cliente se tornou mais importante do que nunca para não perder margem na transição.
Próximo Passo
Se você se reconheceu em algum dos 9 segmentos ou marcou 4 ou mais itens no checklist, faz sentido conversar. Não é reunião de vendas com pressão. É uma conversa de 15 minutos para entender sua operação e dizer honestamente se a Managefy resolve seu problema ou se você deveria esperar.
Agende uma conversa ou veja uma demonstração do produto. Você decide o próximo passo.


