Managefy vs ERP: 10 Diferenças nas Rotinas de DP para Gestão de PJs

Managefy vs ERP Managefy x ERP

ERP faz contas a pagar genérico. Managefy faz rotinas de DP para PJ. São sistemas que operam em camadas diferentes e, na maioria das operações com 25 ou mais prestadores, funcionam melhor juntos do que isolados.

Essa distinção parece óbvia quando você lê assim, mas na prática é a confusão mais comum que encontro em empresas que já investiram pesado em software ERP como TOTVS, SAP, Omie ou qualquer outro sistema de gestão PJ. O raciocínio costuma ser: “já tenho um sistema ERP completo, por que precisaria de outro software para PJ?”

A resposta curta é que o ERP é um software de gestão que trata o prestador PJ como fornecedor genérico, igual a quem vende papel de escritório ou serviço de limpeza. Cadastra o CNPJ, recebe a nota, paga. Fim. Se essa é toda a relação que sua empresa tem com os PJs, o ERP atende. Mas se esses profissionais trabalham no dia a dia da operação, com contratos recorrentes, aprovações de gestor e necessidade de sigilo de valores entre áreas, o software ERP não foi desenhado para isso.

Neste artigo, vou detalhar exatamente o que cada sistema faz, em um claro comparativo Managefy vs ERP, quando usar só ERP, quando combinar Managefy com ERP, e como funciona essa integração na prática. Também incluo comparativos específicos para os melhores ERPs do mercado brasileiro, além de critérios de avaliação para você tomar a decisão certa.

Duas telas de computador lado a lado mostrando painéis diferentes.

A Confusão Mais Comum do Mercado

O ERP gerencia fornecedores genéricos, não profissionais PJ que fazem parte da operação. A maioria dos gestores de RH e financeiro que converso parte de uma premissa equivocada: se o sistema ERP gerencia fornecedores e pagamentos, então gerencia PJs. A lógica parece fazer sentido até você avaliar o que realmente acontece na rotina de quem opera.

Minha visão sobre isso é direta: a confusão entre ERP e sistema de gestão de PJ custa caro para quem opera. Já vi empresas com TOTVS ou SAP implementados gastando 15 horas por semana em planilha paralela só para fechar PJ. O software ERP estava lá, funcionando perfeitamente para o que foi desenhado. O problema é que ninguém parou para avaliar: gestão de PJ é contas a pagar ou é departamento pessoal? A resposta muda tudo.

Uma pesquisa da TOTVS de 2024 mostrou que 67% das empresas brasileiras de médio porte utilizam algum tipo de software ERP para gestão financeira. O problema é que esse mesmo ERP trata o desenvolvedor que trabalha oito horas por dia no seu projeto da mesma forma que trata a empresa de café: como um fornecedor qualquer que emite nota e recebe pagamento.

Quando você contrata um fornecedor de material de escritório, o fluxo operacional é simples. Faz pedido, recebe mercadoria, confere nota, paga. Não existe aprovação de gestor para valores mensais, não existe necessidade de esconder quanto um fornecedor ganha de outro, não existe onboarding nem offboarding, não existe vigência de contrato para verificar.

Com PJ que trabalha na operação, a realidade é completamente diferente. Existe ciclo de vida do profissional, desde a contratação até o eventual desligamento. Existe variação mensal de valores por conta de ajustes, reembolsos, ausências. Existe necessidade de aprovar pagamentos por gestor antes de liberar. Existe demanda por sigilo de valores entre diferentes áreas. Existe histórico que precisa estar disponível para auditoria PJ.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Recursos Humanos de 2023, empresas com mais de 50 PJs gastam em média 12 horas semanais em atividades manuais de gestão desses profissionais, mesmo tendo ERP implementado. Isso impacta diretamente a eficiência operacional e os custos operacionais do departamento. A explicação para esse número está justamente na confusão de categorias: tentam usar uma ferramenta de contas a pagar para fazer rotinas de departamento pessoal.

ERP (Enterprise Resource Planning) foi construído para contabilidade, fiscal, compras, vendas, estoque. A gestão de fornecedores que ele oferece é genérica por design, porque fornecedores são diversos. Já a Managefy foi construída especificamente para rotinas de DP de prestadores PJ. São camadas diferentes da operação, e reconhecer isso é o primeiro passo para avaliar qual solução atende suas necessidades específicas.

O Que um ERP Faz (E Não Faz) com PJs

ERP é forte em contabilidade, fiscal e contas a pagar. É fraco em ciclo de vida do prestador, aprovações específicas e sigilo. Para entender onde cada sistema se encaixa, preciso ser específico sobre as capacidades e limitações de um software ERP quando o assunto é gestão de prestadores pessoa jurídica.

Forças do ERP

ERP é uma ferramenta poderosa para o que foi projetado. Na gestão financeira, o software oferece plano de contas estruturado, conciliação bancária, fluxo de caixa, contas a pagar e receber com rastreabilidade contábil. Na parte fiscal, integra emissão de notas, apuração de impostos, obrigações acessórias. Para operações que envolvem estoque, compras e vendas, centraliza pedidos, controle de inventário, faturamento.

Um estudo da Deloitte de 2024 sobre transformação digital em empresas brasileiras indicou que a implementação de ERP reduz em média 23% o tempo gasto em fechamento contábil e 31% em reconciliação financeira. São ganhos reais de eficiência operacional para quem precisa de uma espinha dorsal de gestão integrada. O ROI do ERP nesses casos é claro e mensurável.

O ERP oferece também uma vantagem importante para compliance fiscal: mantém a trilha de auditoria que a contabilidade e a Receita Federal exigem. Cada lançamento tem origem, destino e responsável identificados. Para empresas de capital aberto ou que passam por auditorias frequentes, essa funcionalidade do sistema ERP é obrigatória. Os relatórios gerenciais e a análise de dados que o software oferece apoiam a tomada de decisão em diferentes áreas da empresa.

Limitações do ERP para Gestão de PJ

O ERP não tem conceito de ciclo de vida do prestador. O problema começa quando você tenta usar essa mesma estrutura para gerenciamento de profissionais que não são fornecedores eventuais, mas parte da força de trabalho.

O módulo de fornecedores não diferencia um PJ que acabou de ser contratado de um que está há três anos na operação. Não monitora vigência de contrato nem dispara alertas quando um acordo está para vencer. Para o sistema ERP, existe um CNPJ cadastrado que pode ou não receber pagamentos, sem contexto adicional.

A validação de CNPJ e nota fiscal é manual ou básica na maioria dos ERPs. Você consegue cadastrar o fornecedor e receber a nota, mas a conferência de situação cadastral na Receita, validação de inscrição municipal, verificar se o prestador pode emitir aquele tipo de serviço, tudo isso fica por conta de quem opera. Não existe automação nativa para isso. Em uma empresa com 50 PJs, significa 50 verificações manuais todo mês, impactando o tempo de resposta do departamento.

Não existe portal para o PJ acessar. O profissional que trabalha para você não consegue consultar histórico de pagamentos, baixar extratos, atualizar dados cadastrais, enviar documentos. O usuário do outro lado não tem interface. Toda comunicação passa por e-mail ou WhatsApp, fragmentando a informação.

Gestão de contratos PJ não é uma funcionalidade nativa do software. Alguns ERPs permitem anexar documentos a um cadastro de PJ, mas não oferecem controle de vigência, aditivos, cláusulas específicas, assinatura eletrônica integrada. O contrato existe em PDF solto, não como parte de um fluxo gerenciado. A personalização disponível no ERP não atende essa necessidade específica.

Aprovação por gestor antes do pagamento não existe no fluxo padrão do sistema ERP. Você pode configurar alçadas de aprovação para qualquer pagamento acima de determinado valor, mas isso é genérico. Não existe conceito de “o gestor do João precisa aprovar o pagamento do João antes de liberar”, que é o que faz sentido para prestadores recorrentes.

Sigilo de valores por perfil é outro gap. Se o usuário do financeiro tem acesso ao módulo de contas a pagar, vê quanto cada fornecedor recebe, incluindo todos os PJs. Não há como configurar que Marina do DP veja os PJs da área de tecnologia mas não os da área comercial, por exemplo. Essa limitação de personalização impacta a governança.

Na prática, para o ERP, PJ é fornecedor genérico. E para muitas operações, essa classificação não reflete a realidade de como esses profissionais interagem com a empresa.

O Que a Managefy Faz (E Não Faz)

Managefy faz cadastro de PJ com ciclo de vida, Folha PJ com aprovações, sigilo por perfil, portal do PJ e histórico rastreável. Não faz contabilidade, fiscal nem pagamento bancário. Managefy foi construída para resolver exatamente os gaps que acabei de descrever, mas é importante ser claro sobre o escopo: não somos ERP e não pretendemos ser.

Forças da Managefy

A Managefy organiza as rotinas de DP dos seus PJs do cadastro ao pagamento. Isso significa cuidar de tudo que acontece entre contratar um profissional pessoa jurídica e efetivamente pagar a nota fiscal dele, com governança PJ e rastreabilidade.

O cadastro não é um CNPJ solto no sistema. É um profissional com ciclo de vida completo: data de entrada, gestor responsável, área de atuação, contrato vigente, histórico de pagamentos, documentos anexados. Você consegue visualizar a trajetória do prestador na empresa sem recorrer a planilhas paralelas. A funcionalidade de gerenciamento é específica para essa necessidade.

A Folha PJ é o mecanismo de fechamento mensal com aprovações, ajustes, extrato e sigilo. Funciona assim: todo mês, cada gestor visualiza apenas os PJs sob sua responsabilidade, valida valores, inclui ajustes ou reembolsos se necessário, aprova. Depois disso, o financeiro tem uma visão consolidada pronta para pagamento, sem acesso individual aos valores de cada área se assim for configurado. A automação do processo garante redução de custos operacionais.

O sigilo de valores por perfil permite que você configure exatamente quem vê o quê. O gestor de tecnologia vê apenas seus PJs. O diretor financeiro vê o consolidado por área, mas não o individual de cada prestador. O DP vê tudo porque precisa para operacionalizar, mas com trilha de auditoria de cada acesso. Essa personalização não existe em outros sistemas.

O portal self-service dá autonomia ao prestador. O usuário PJ acessa para consultar pagamentos, baixar extrato tipo holerite, atualizar dados bancários e cadastrais, enviar notas fiscais. Você para de correr atrás de PJ por WhatsApp pedindo nota ou informação. O tempo de resposta para questões operacionais cai drasticamente.

O histórico rastreável mantém registro de cada ação no sistema. Quem aprovou, quando, qual valor original e qual valor ajustado, motivo da alteração. Quando a auditoria vier, você tem a trilha completa sem montar relatório manual. Os KPIs de gestão ficam disponíveis para análise de dados e tomada de decisão.

Segundo análise da própria Managefy com base em dados de clientes em 2024, empresas que migram de gestão por planilha para a plataforma reduzem em média 78% o tempo gasto em atividades operacionais de gestão de PJ. Isso acontece porque o software elimina retrabalho de conferência manual, centraliza informação que antes estava espalhada, e oferece automação de fluxos que antes dependiam de e-mail. O ROI aparece já nos primeiros meses.

O Que Managefy Não É

Managefy não é ERP. Não faz contabilidade geral, não emite nota fiscal de venda, não gerencia estoque, não controla compras. Se você precisa dessas funcionalidades, precisa de um software ERP.

Managefy também não é sistema de RH completo. Não faz folha de pagamento de CLT, não gerencia férias e 13º de funcionários registrados, não cuida de benefícios como vale transporte ou plano de saúde. Se você tem CLTs e PJs, precisa de soluções de ERP específicas para cada setor.

Managefy não substitui assessoria jurídica. Oferecemos templates de contrato e orientações sobre melhores práticas, mas cada situação de contratação tem particularidades que exigem análise de um advogado trabalhista. Não somos escritório de advocacia.

Essa clareza sobre o que fazemos e não fazemos é importante porque evita a armadilha do “sistema que faz tudo”, que na prática faz tudo mal. Foco em rotinas de DP para PJ é o que permite entregar bem essa camada específica.

Quando Usar Só ERP

Nem toda empresa precisa de uma ferramenta especializada para gestão de PJ. Se sua operação se encaixa no perfil abaixo, o ERP provavelmente atende:

A empresa tem menos de 10 PJs ativos. Com esse volume, a gestão manual ou via planilha complementar ao software ERP ainda é viável. O tempo gasto não justifica investir em outras ferramentas.

A contratação de PJ é pontual ou eventual. Se você contrata um consultor para um projeto de três meses uma vez por ano, o fluxo de fornecedor genérico do ERP funciona. Cadastra, paga durante o projeto, desativa.

Não existe necessidade de compliance rigoroso ou auditoria frequente. Se sua empresa não passa por auditorias, não tem investidores exigindo governança, e não atua em setor regulado, a trilha de auditoria básica do sistema ERP é suficiente.

O PJ é fornecedor de fato, não parte da operação. Se você contrata uma empresa para fazer a manutenção do ar condicionado, mesmo que seja pessoa jurídica, é fornecedor. A relação é transacional: presta serviço, emite nota, recebe. Sem acompanhamento de rotina operacional.

Segundo dados do IBGE de 2023, cerca de 4,2 milhões de CNPJs no Brasil são constituídos por profissionais autônomos que prestam serviço para empresas. A maioria dessas relações é eventual e se encaixa no modelo de fornecedor que o ERP gerencia bem.

Quando Usar Managefy + ERP

A combinação faz sentido quando a operação de PJ ganha escala e complexidade. Os sinais de que você precisa avaliar uma camada especializada aparecem na tabela abaixo. Estes são os critérios de avaliação que usamos:

CenárioUsar só ERPUsar Managefy + ERP
Volume de PJsMenos de 10 eventuais25 ou mais recorrentes
Tipo de relaçãoFornecedor pontualParte da operação
ComplianceBásicoRigoroso e auditável
EstruturaCNPJ únicoGrupo econômico
SigiloNão necessárioNecessário entre áreas
AprovaçõesGenérica por valorEspecífica por gestor

A partir de 25 PJs recorrentes, a gestão manual começa a apresentar falhas frequentes: notas perdidas, aprovações atrasadas, valores errados por falta de conferência. O custo do erro supera o custo do software. Avaliar cuidadosamente esse ponto de inflexão é essencial.

Quando o PJ é parte da operação, não fornecedor eventual, ele precisa de tratamento diferente. Se o profissional PJ participa de reuniões, tem gestor responsável, entrega resultados mensurados, está integrado à rotina da empresa, ele não cabe no modelo de fornecedor genérico do ERP.

Empresas que passam por due diligence, auditorias de investidores, ou atuam em setores regulados precisam demonstrar governança na gestão de terceiros. A trilha de auditoria básica do ERP não basta. Grupos empresariais com múltiplos CNPJs pagando os mesmos prestadores precisam de consolidação e visibilidade entre empresas. Diferentes sistemas ERP são configurados por CNPJ, não por grupo.

Dados da Managefy indicam que empresas entre 25 e 100 PJs que adotam a plataforma junto com seu ERP existente reduzem em média 3,2 dias o tempo de fechamento mensal. Para empresas com mais de 100 PJs, a redução média chega a 5,7 dias. Essa eficiência operacional impacta diretamente os custos operacionais do departamento.

Três pessoas sentam-se à mesa olhando para um tablet com um gráfico

Como Managefy se Integra ao Seu ERP

A integração ERP funciona em camadas bem definidas. Cada sistema faz o que faz melhor, trocando informações nos pontos de contato necessários. A integração com outros sistemas é nativa para os principais fornecedores de ERP do mercado.

Fluxo de Dados

Da Managefy para o ERP, fluem os dados de fechamento: a Folha PJ consolidada com valores aprovados, a remessa para pagamento pronta para importação, o rateio por centro de custo conforme configuração. O ERP recebe informação pronta para contabilizar e pagar, sem precisar reprocessar.

Na prática, significa que você não precisa recadastrar centros de custo na Managefy nem reconfigurar estrutura de empresas. Importa do ERP e mantém sincronizado. A integração com outras ferramentas do seu stack também é possível via API.

O Que Cada Sistema Faz no Fluxo

A divisão de responsabilidades fica clara quando você mapeia o processo completo de gestão de um PJ:

O onboarding do prestador acontece na Managefy. Cadastro com dados completos, contrato gerado e assinado, validação de CNPJ e documentos, atribuição de gestor responsável. O ERP recebe o cadastro pronto como novo fornecedor, sem precisar coletar informação.

A rotina mensal acontece na Managefy. Recebimento de nota pelo portal, conferência automática de valores, ajustes e reembolsos incluídos pelo gestor, aprovação antes de liberar pagamento. O ERP não participa dessa etapa operacional.

O pagamento efetivo pode acontecer via ERP, caso o cliente opte por não fazer a intermediação financeira da Folha PJ na Managefy. A Managefy exporta a remessa com todos os dados necessários, o financeiro importa no ERP, o pagamento é executado pelo fluxo bancário já configurado. A contabilização segue as regras do software ERP.

No caso da intermediação financeira ser da Managefy, o valor de repasse integral da Folha PJ entra no Contas a Pagar do ERP. A Managefy cuida dos repasses financeiros e Notas Fiscais. Se o cliente precisar, na contabilidade, ter as notas individuais de cada PJ, ele pode ligar a Managefy direto no módulo contábil do ERP, sem precisar expor transações individuais pelo Contas a Pagar e Banco, garantindo assim o Sigilo total da Folha PJ, como já acontece na Folha CLT.

A auditoria consulta ambos. A Managefy mostra quem aprovou, quando, quais valores. O ERP mostra quando foi pago, qual conta saiu, como foi contabilizado. As trilhas se complementam para garantir rastreabilidade completa.

Essa divisão evita retrabalho e duplicação de dados. Cada sistema é fonte da verdade para o que faz bem.

Comparativo Detalhado: Managefy vs ERP

A tabela abaixo mostra as 10 funcionalidades onde ERP e Managefy diferem. Cada linha representa uma funcionalidade relevante para gestão de PJ. Use esses critérios para avaliar sistemas e identificar qual solução atende suas necessidades específicas:

FuncionalidadeERPManagefy
Cadastro de PJFornecedor genérico, sem ciclo de vidaProfissional com onboarding, vigência, histórico completo
ContratosAnexo de documento, sem gestão de vigênciaControle de vigência, aditivos, alertas de vencimento
Validação de CNPJManual ou verificação básicaAutomática com situação cadastral em tempo real
Validação de NFManual, conferência por quem operaAutomação com cruzamento de valores e dados fiscais
Portal do PJNão existeCompleto com extrato, upload de NF, atualização de dados
Aprovação por gestorGenérica por alçada de valorEspecífica por responsabilidade sobre o PJ
Sigilo de valoresNão existe, acesso total ou nenhumConfigurável por perfil, gestor vê só seus PJs
Folha PJNão existe, cada pagamento é avulsoFechamento mensal com ajustes, aprovações, extrato
Auditoria PJTrilha contábil genéricaTrilha específica de quem aprovou, quando, por quê
Multi-CNPJConfiguração por empresa, sem consolidaçãoVisão de grupo com PJs que atuam em múltiplas empresas

A diferença fundamental está na abordagem: ERP trata PJ como transação financeira, Managefy trata PJ como profissional que trabalha na empresa. O ERP pode ser a solução ideal para gestão financeira, mas não existe ERP ideal para gestão de PJ porque não é esse o propósito do software.

Comparativo Managefy x ERP por Marca

A integração funciona com TOTVS, SAP, Omie, Conta Azul e Senior. Como cada fornecedor de ERP tem características específicas, detalho a integração e o fluxo para os melhores ERPs do mercado brasileiro. A experiência do fornecedor com integrações também varia.

Managefy + TOTVS

TOTVS é o ERP mais utilizado em médias empresas brasileiras, com forte presença em indústria, varejo e serviços. Segundo a própria TOTVS, mais de 70 mil empresas utilizam suas soluções de ERP no Brasil. A integração com Managefy funciona via API ou arquivo de exportação.

O fluxo típico funciona assim: a Managefy exporta o fechamento mensal em layout compatível com o módulo financeiro do TOTVS Protheus ou TOTVS RM. O financeiro importa como lote de contas a pagar. Os centros de custo cadastrados no TOTVS são espelhados na Managefy para classificação correta.

O caso de uso mais comum são empresas de software, tecnologia e serviços profissionais entre 50 e 200 PJs que já usam TOTVS para gestão financeira e fiscal, mas não conseguem escalar a gestão de prestadores no mesmo sistema. Clientes nesse perfil reportam redução média de 4 dias no fechamento mensal após integrar Managefy ao TOTVS. O ROI aparece rapidamente.

Managefy + SAP

SAP é predominante em grandes empresas e multinacionais com operação no Brasil. Dados da SAP indicam que 92% das maiores empresas brasileiras utilizam algum módulo do sistema. O software de ERP da SAP é referência em processos complexos. A integração acontece via SAP Business One para médias empresas ou SAP S/4HANA para grandes corporações. Soluções cloud também são suportadas.

O fluxo considera que o SAP geralmente já tem estrutura rígida de aprovações e centros de custo. A Managefy importa essa estrutura e exporta o fechamento em formato compatível com o módulo de Accounts Payable. A sincronização de cadastros é bidirecional para manter consistência.

Empresas que usam SAP costumam ter exigências mais rigorosas de compliance e auditoria. A Managefy complementa oferecendo a trilha específica de aprovações de PJ que o SAP não tem nativamente. Em implementações com SAP, o tempo médio de integração é de 5 semanas devido à complexidade de homologação. O suporte técnico acompanha todo o processo. O treinamento dos usuários também é incluído.

Managefy + Omie

Omie ganhou espaço em pequenas e médias empresas pela facilidade de uso e preço acessível. Com mais de 200 mil empresas clientes segundo dados da própria Omie, é o software de gestão de crescimento mais acelerado no Brasil. O ERP no mercado que mais cresce. A integração com Managefy é nativa e não exige desenvolvimento adicional.

O fluxo é simplificado: cadastros de fornecedores PJ são sincronizados automaticamente, o fechamento da Folha PJ gera contas a pagar diretamente no Omie, a conciliação de pagamentos é importada de volta para atualizar status na Managefy. O tempo médio de implementação é de 2 semanas, incluindo treinamento.

Empresas que usam Omie geralmente estão em fase de crescimento e estruturação. A Managefy entra quando o volume de PJs cresce além do que o controle manual comporta, geralmente entre 15 e 50 prestadores. O ERP precisa de complemento quando a operação escala.

Managefy + Conta Azul

Conta Azul foca em pequenos negócios com interface simplificada. Com mais de 2 milhões de empresas na base, é o sistema mais popular entre microempresas brasileiras. O software de ERP que mais atende o segmento inicial. A integração com Managefy funciona via exportação de arquivo em layout padrão.

O fluxo é direto: a Managefy exporta a remessa de pagamentos, o usuário importa no Conta Azul como lote de contas a pagar. Não há sincronização automática de cadastros, que é feita manualmente dado o menor volume típico de usuários Conta Azul.

Empresas de software, agências, consultorias e startups em estágio inicial que já passaram de 10 PJs e precisam de mais controle sem migrar de ERP são o perfil típico. Avaliar o software certo para cada momento da empresa é essencial.

Managefy + Senior

Senior tem forte presença em empresas de médio porte, especialmente nos segmentos de indústria e agronegócio. Com mais de 25 mil clientes no Brasil, é referência em gestão de pessoas e ERP para manufatura. A integração funciona via API ou arquivo de exportação.

O fluxo considera a estrutura de aprovações do Senior, que é configurável. A Managefy opera como camada adicional de aprovação específica para PJ, exportando o resultado final para o módulo financeiro do Senior Sistemas.

O diferencial para usuários Senior é a possibilidade de manter a governança já configurada no ERP enquanto adiciona os controles específicos de PJ que o Senior não oferece nativamente. O ERP deve continuar sendo usado para o que faz bem.

Próximo Passo: Avalie Seu Cenário

Avalie seu cenário específico para decidir entre ERP solo ou Managefy + ERP. Se você tem menos de 10 PJs eventuais, o ERP provavelmente resolve. Se você tem 25 ou mais PJs recorrentes com necessidade de aprovações e sigilo, a combinação faz sentido.

Quantos PJs você tem hoje? Eles são parte da operação ou fornecedores eventuais? Quanto tempo seu time gasta em rotinas manuais de conferência, aprovação e pagamento? Existe necessidade de sigilo de valores ou auditoria estruturada? Estas perguntas ajudam a avaliar o software certo para sua realidade.

Oferecemos um diagnóstico gratuito de 30 minutos onde analisamos sua operação e indicamos se você precisa de ferramenta especializada ou se o ERP atual atende. Avaliação de ERP vs. Managefy sem compromisso de compra, porque nem todo mundo precisa da Managefy. Quem precisa, sabe quando vê o diagnóstico.

Para empresas que já sabem que precisam, temos demonstração completa do produto onde mostramos na prática como funciona a integração com seu ERP específico. Você vê seu cenário rodando no sistema, não slide de apresentação.

Em resumo: ERP faz contas a pagar. Managefy faz rotinas de DP para PJ. Quando os dois trabalham juntos, você tem governança de verdade sobre a operação de prestadores.

FAQ

1. Managefy substitui meu ERP na gestão de PJs?

Não substitui. São camadas complementares. Managefy cuida das rotinas de DP para PJ, incluindo cadastro com ciclo de vida, aprovações de gestor, sigilo de valores e Folha PJ. O ERP continua fazendo contabilidade, fiscal e pagamento efetivo. A Managefy exporta os dados prontos para o software ERP processar.

2. Qual a diferença entre gestão de PJ no ERP e numa plataforma especializada?

O ERP trata PJ como fornecedor genérico: cadastra CNPJ, recebe nota, paga. A Managefy trata PJ como profissional que trabalha na operação: gerencia ciclo de vida, valida documentos automaticamente, exige aprovação de gestor, mantém sigilo de valores entre áreas, oferece portal para o prestador. A profundidade da funcionalidade é completamente diferente.

3. Preciso de Managefy se já tenho TOTVS, SAP ou Omie?

Depende do volume e complexidade. Com menos de 10 PJs eventuais, o software ERP provavelmente basta. Com 25 ou mais PJs recorrentes que fazem parte da operação, com necessidade de aprovações específicas e sigilo entre áreas, a Managefy complementa o que o ERP não faz. Avaliar sistemas é essencial antes de decidir.

4. Como funciona a integração na prática?

A Managefy importa a estrutura de centros de custo do seu ERP. Durante o mês, as rotinas de aprovação acontecem na Managefy. No fechamento, a Folha PJ é exportada em formato compatível com seu software ERP, gerando as contas a pagar. O financeiro executa o pagamento pelo fluxo normal do ERP.

5. Quanto tempo leva para implementar a integração?

Entre 2 e 6 semanas, dependendo da complexidade do ERP. Para ERPs com integração nativa como Omie, o prazo é de 2 semanas. Para ERPs como SAP com estrutura mais rígida, pode levar até 6 semanas considerando testes e homologação. O treinamento dos usuários está incluído.

6. Meu ERP já tem módulo de terceiros. Preciso mesmo de outra ferramenta?

Módulos de terceiros em ERPs foram desenhados para prestadores de serviço genéricos, não para profissionais PJ recorrentes. Pergunte ao fornecedor de ERP: tem aprovação por gestor antes de pagar? Tem sigilo de valores por perfil? Tem portal para o PJ? Se a resposta for não, você precisa de ferramenta específica.

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